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sábado, 2 de janeiro de 2016

Parnaíba gosta de vestir a camisa pelo lado do avesso

Por:Pádua Marques(*)
Alguém já me falou que na Parnaíba as coisas deixam de acontecer devido a uma mania muito peculiar de se viver o presente. Eu já estou há mais de vinte anos e confesso que nunca me acostumei e certamente não vou me acostumar nunca com essa coisa de tudo aqui ser o contrário da lógica. Aqui as coisas e as pessoas que tem poder de alguma coisa adoram fazer tudo pra dificultar a fila, atrasar a saída do ônibus, criar obstáculos na catraca do cinema, enfim, deixam como está pra ver como é que fica parado o trem.
Esta semana chegaram em nossa casa, pra passar férias, meu irmão mais velho, Raimundo, sua mulher Luzia, sua filha e minha sobrinha Cristina e a única neta do casal, Beatriz, uma mocinha de uns quatorze anos de idade, filha de meu sobrinho Ricardo. Meu irmão mora há mais de quarenta anos em São Paulo. Dois dias após a chegada deles eu ensaiei um passeio pelo centro velho de Parnaíba onde me atrevia mostrar pra eles as novidades. Principalmente pra minhas sobrinhas.
Nas nossas conversas sobre a velha e a nova Parnaíba lhes falei muito e bem de alguns equipamentos, tipo Centro Cultural União Caixeiral, praça da Graça, praça Antonio do Monte, Parnaíba Shopping, na avenida São Sebastião, Casarão Simplício Dias e por aí vai. Eles ficaram assim como outros parnaibanos que moram fora há muitos anos e raramente pendem pra estes lados, de boca aberta, de tão admirados com tantas novidades. Dois dias depois eu e meu irmão fomos ao centro da cidade pra que eu lhe mostrasse alguns desses ditos melhoramentos.
Nossa primeira parada seria no Centro Cultural da União Caixeiral, esse que no dizer dos mais entusiasmados, é um brinco, mas pra mim, não assenta na orelha da Parnaíba. Eu disse, seria, porque pra meu irmão foi frustrante e pra mim, uma vergonha desse tamanho. Batemos com a cara na porta. O centro cultural estava fechado. Seguimos em frente. Depois de visitar, mesmo em obras, o Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Parnaíba, onde fomos recebidos pelo presidente Reginaldo Júnior, tocamos no rumo da Casa Grande de Simplício Dias, na avenida Presidente Getúlio Vargas.
Outra decepção. Não havia nada no salão onde raramente tem alguma coisa exposta. Havia era um funcionário com a cara enfiada num telefone celular e que nem procurou saber quem era eu, quem deixou de ser meu irmão, o que a gente queria e pra onde a gente estava indo. Subimos as escadas e eu, morto de vergonha, fui mostrar a meu irmão a única coisa digna de justificar a restauração daquele prédio pelo IPHAN, uma sala onde estão muito mal acomodados alguns livros, o fardão e outros objetos do escritor Humberto de Campos.
Entramos e saímos do casarão e o rapaz da portaria permaneceu com a cara enfiada no celular. Mal respondeu ao nosso agradecimento. Outros lugares que eu julgava importantes de mostrar pra meu irmão fizeram foi com que desistisse. Realmente
ninguém leva o patrimônio cultural em Parnaíba como ingrediente pra desenvolver o turismo. Eu fiquei uma manhã inteira na praça da Graça e não enxerguei um grupo ou um turista sequer visitando as igrejas, monumentos, fotografando, pedindo informações. Nada. Não dei conta de alguém procurando por um balcão de informações turísticas, comprando algum livro.
E muito menos vi nenhuma propaganda sobre este ou aquele evento promovido pela prefeitura ou pelo governo estadual pra este período de final de ano e a temporada de verão na nossa região de praias. Eu ficaria aqui o dia inteiro enumerando falhas sobre esta situação de Parnaíba não querer acompanhar o mundo.
E agora me lembro de minha mãe Carmezina, mulher com uma sabedoria fabulosa. Ela não suportava ver um de nós que fosse, por descuido ou pela pressa de sair pra brincadeira ou à escola, vestido, fosse o calção ou a camisa, pelo lado do avesso. Eu gostaria que a Parnaíba tivesse tido uma mãe igual a minha. Pra chamar a atenção, puxar a orelha, passar carão, brigar mesmo por a Parnaíba insistir de sempre estar vestindo a camisa pelo lado do avesso. De sempre estar contrariando a ordem natural das coisas. Sinceramente eu não me acostumo nunca com esse desleixo que a Parnaíba tem consigo mesma. Será que é pra ira passando sem ser notada ou, como se diz hoje, dar na vista?
(*)Pádua Marques é jornalista e escritor

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Mensagem de Natal e Ano Novo


Parnaibanos com diabetes terão atendimento prioritário


Prioridade para portadores de Diabetes será obrigatório na Rede Municipal de Saúde de Parnaíba. E o que determina a nova Lei (Lei n° 3.048, de 20 de novembro de 2015) sancionada pelo Prefeito Florentino Neto e publicada no Diário Oficial do Município. O projeto de Lei foi de autoria do Vereador Gustavo Lima.

Com a Lei, ficam os hospitais públicos e particulares, clínicas, postos de saúde e de coleta credenciados à Rede Municipal de Saúde, oferecer atendimento prioritário aos portadores de Diabetes Mellitus, quando da realização de exames que precisam ser feitos em caráter de jejum total ou pós-prandial.

Gustavo destaca a conquista desse direito, pois era um problema que as pessoas com a doença passavam, já que dependendo do horário de atendimento, os exames poderiam ter distorções em seus resultados. “Quanto mais tempo passar do horário recomendado, maior irá ser a diferença entre o exame e o real situação do paciente, além de correr o risco de um quadro de hipoglicemia e outros danos à saúde” explica.



Assessoria de Comunicação - CMP

Mensagem de Natal e Ano Novo da Câmara de Vereadores


Cartão de Natal e Ano Novo de Raimundo Neto


Tony Sales fala que perdeu a virgindade aos 9 anos

Durante um ensaio do Paparazzo, ao lado da mulher, Scheila Carvalho, Tony Sales contou detalhes do seu passado sexual. O cantor contou que perdeu a virgindade aos 9 anos. Hoje, Tony tem 34 anos.

O cantor afirmou que os detalhes do que aconteceu, nem mesmo sua mãe conhece. "Eu tinha 9 anos e foi uma empregada da minha mãe que me seduziu. Ela tinha 15 anos. Foram duas vezes com ela. Não fazia ideia do que era. Só sabia que era uma brincadeira gostosa", relembra. 
Imagem: Isac Luz / PaparazzoMaking of Tony Sales e Scheila Carvalho no Paparazzo(Imagem:Isac Luz / Paparazzo)Making of Tony Sales e Scheila Carvalho no Paparazzo

Tony foi criado apenas por sua mãe, já que ela era separada de seu pai. Ela o incentivou desde cedo a trabalhar e juntar seu dinheiro e aos 9 anos ele começou como ajudante de mecânico e como ajudante em uma empresa de refrigeração. 

"Mas eu só pensava em cantar. Quando tinha 10 anos comecei a fazer shows. Formava um grupo só de meninos. Sofria assédio de todos os tipos de mulheres, de todas idades. Mas gostava das mais velhas. Rolou até com menina de 18. Eu era alto, grandão".

O cantor conta que era muito assediado quando estava no palco e que depois de ter conhecido sexo, nunca mais parou de “brincar”. "Aos 9 anos não sabia o que era isso. Só me dei conta de que era sexo mais tarde. Na fase de criança achava isso normal. Não tinha coragem de contar para minha mãe. Vim ter uma visão diferente do que foi isso depois de adulto. Isso foi um abuso sexual, sim".
Imagem: Isac Luz / PaparazzoMaking of Tony Sales e Scheila Carvalho no Paparazzo(Imagem:Isac Luz / Paparazzo)Making of Tony Sales e Scheila Carvalho no Paparazzo

Aos 15 anos, Tony se relacionou com uma mulher e teve um filho. Os dois se conheceram em um show dele e ela engravidou. "Não quero entrar muito nessa história. Meu filho chama-se Maurício, tem 19 anos, e hoje está na Marinha. Nos damos muito bem. Sempre o assumi e comecei a me aproximar dele quando ele estava com 5 anos. Hoje ele vive lá em casa e se dá muito bem com a minha filha, Giulia, que o chama de irmãozinho."

Tony acredita que ter começado cedo a “brincar” não lhe trouxe traumas. . "Me deu mais experiência! Tanto que nunca gostei de mulher mais nova. Sempre gostei das mais velhas."

MENSAGEM DE NATAL DO PRESIDENTE DA FIEPI ZÉ FILHO

VÍDEO: Líder da oposição pede a revogação da Lei que autorizou o aumento do IPTU



O aumento exorbitante do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) cobrando este ano em Parnaíba voltou a ser pauta no Legislativo Municipal. O vereador Carlson Pessoa absteve-se da votação de uma emenda do Executivo Municipal enviada ontem (22) para apreciação da Câmara que altera e propõe a redução do tributo para algumas partes da cidade de forma ainda não clara.

Para o parlamentar, ao invés de tentar “remendar” o erro, o prefeito Florentino Neto do PT, deveria revogar integralmente a Lei que altera a Planta de Genérica de Valores do Município, uma vez que os próprios técnicos responsáveis pela avaliação da planta municipal  reconheceram que houve erros gritantes na catalogação dos imóveis.

“O mais correto é o prefeito enviar para esta Casa a revogação integral da Lei e fazer uma nova planta genérica. Caso contrário, os parnaibanos continuarão sofrendo os prejuízos e pagando a conta cada vez mais caro, literalmente”, ponderou o vereador.

Por Luzia Paula / Ascom

Prefeitura de Parnaíba gasta R$ 442 mil para pintar um estádio com 'cal'

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A Prefeitura de Parnaíba iniciou no começo do ano a reforma do Estádio Municipal Pedro Alelaf, que fica próximo à rodoviária da cidade. Prevista para iniciar 13/01/2015 e ser concluída três meses depois, as obras seguiram pelos meses seguintes. Mas isso não foi o principal problema, tendo em vista que pouco se fez pelo estádio e as mudanças foram mais na pintura de ‘cal’, apesar disso, o valor da reforma foi de R$ 442.385,74.
A reportagem do 180 foi no estádio e constatou que a ‘pintura de cal’ foi feita do lado de fora e na área interna. O alambrado foi restaurado, mas a gramacontinua ‘surrada’ e quase nada de novidade há no local. Alguns portais do município chamaram a reforma que ‘maquiagem’.
Vale lembrar que o valor gasto na reforma, dava para construir um novo estádio de mesmo porte. A construção do estádio do município de Barreiras do Piauí foi orçada em R$ 504 mil, para construção do estádio de em Morro Cabeça no Tempo foi liberado R$ 438 mil pelo Ministério do Esporte, já em São Julião foi R$ 390 mil, em Paes Landim R$ 175 mil e em Miguel Alves R$ 200 mil.
A reforma do estádio de Pimenteiras foi de RS 136 mil, em Ipiranga do Piauí foi R$ 146 mil, ambas mais abrangentes. Em Altos a reforma custou R$ 390 mil e incluiu ampliação e construção dos vestiários, coisa que em Parnaíba nem foi necessário.
Foto na época da reforma mostra trabalhador pintando estádio com 'cal'. Foto: Prefeitura de ParnaíbaFoto na época da reforma mostra trabalhador pintando estádio com 'cal'. Foto: Prefeitura de Parnaíba
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Blogueiro: Jhone Sousa e Carlos Eugênio - Direto de Parnaíba
Publicado Por: Jhone Sousa

Baixa da Carnaúba pede socorro; digo, pede água.

É UMA FALTA DE VERGONHA MESMO, a comunidade Baixa da Carnaúba, localizada às margens da BR 343, estrada que liga Parnaíba a Buriti dos Lopes, está sendo castigada há muito tempo com a falta de água potável.


O que amenizava o sofrimento daquele povo era o carro pipa que abastecia periodicamente o lugar, mas ultimamente tem se ausentado por estar percorrendo e abastecendo outras comunidades, como Massa Machado e Bela Vista, na zona rural de Parnaíba. 

Precisa citar nome de alguém responsável por este descaso? 


O POVO JÁ SABE!!!
A ELEIÇÃO É NO PRÓXIMO ANO.


(Portal do Catita

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